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Desenvolvimento do mercado de uso de cigarros eletrônicos em Portugal aumenta – Uma visão das tendências até 2025

O uso de cigarros eletrónicos aumentou significativamente nos últimos anos em Portugal. Segundo previsões, o país será até 2025 o primeiro a nível mundial em que o uso de cigarros eletrónicos ultrapassará o de cigarros tradicionais isto representa uma mudança importante no comportamento de consumo e é um passo notável na luta contra o consumo de tabaco.

Tendências atuais e previsões

De acordo com os dados mais recentes do Saúde Pública de Portugal (SPP) o uso de cigarros eletrónicos em Portugal deverá ultrapassar a marca de 11 % em 2024. Em contraste, a taxa de fumadores de cigarros tradicionais em 2025 deverá diminuir para um pouco mais de 10 % Esta evolução reflete a tendência crescente para produtos de nicotina alternativos e a contínua diminuição do consumo de cigarros tradicionais.

Em 2023, deu-se Saúde Pública de Portugal sabe-se que o uso de Cigarros eletrónicos já é o método mais popular de consumo de nicotina entre adultos em Portugal. Este aumento deve-se em parte à crescente aceitação dos cigarros eletrónicos como uma alternativa menos prejudicial ao tabagismo. Acredita-se que a Cigarros eletrónicos em comparação com os cigarros tradicionais menos prejudicial à saúde pois não queima tabaco e, assim, produz menos substâncias cancerígenas.

Avaliações de clientes e experiências de marca

O papel dos cigarros eletrónicos como auxílio para deixar de fumar

Um fator importante para o aumento do uso de cigarros eletrónicos em Portugal é a perceção crescente dos cigarros eletrónicos como ajuda para deixar de fumar. Segundo um estudo do Instituto Nacional de Saúde e Cuidados de Excelência (NICE) os cigarros eletrónicos podem ajudar a reduzir o consumo de tabaco e aumentar a probabilidade de cessação total do tabagismo. Muitos fumadores portugueses descobriram os cigarros eletrónicos como uma opção menos prejudicial para o consumo de nicotina, apoiada por entidades de saúde como a SNS (Serviço Nacional de Saúde).

O uso de cigarros eletrónicos como meio para deixar de fumar também é apoiado pela Associação da Indústria de Vaping de Portugal (AIVP), que enfatiza que os cigarros eletrónicos são cerca de 95% menos prejudiciais do que os cigarros convencionais. Assim, em Portugal, cada vez mais se acredita que os cigarros eletrónicos podem desempenhar um papel central no plano nacional de saúde para combater o consumo de tabaco.

Regulamentação e ajustes de mercado

O uso crescente de cigarros eletrônicos trouxe, no entanto, desafios regulatórios. O governo e as autoridades de saúde portuguesas responderam, implementando regulamentações mais rigorosas para produtos de cigarros eletrônicos. A Regulamentação de Produtos do Tabaco e Relacionados (TRPR) regulou os cigarros eletrônicos em Portugal, para garantir que sejam seguros e não sejam utilizados de forma abusiva. Assim, foram estabelecidos limites máximos para o teor de nicotina e tamanhos de embalagem.

O Ministério da Saúde também aprovou regulamentações relativas à publicidade de cigarros eletrônicos para garantir que esses produtos não sejam direcionados especialmente a jovens ou não fumantes. Além disso, há discussões sobre possíveis aumentos de impostos sobre produtos de cigarros eletrônicos, para limitar sua disseminação entre os jovens, embora muitos especialistas acreditem que essas medidas possam comprometer a tendência positiva de cessação tabágica.

Perspectivas: o que o futuro reserva?

Espera-se que Portugal continue a desempenhar um papel de liderança no setor de Cigarros eletrónicos-uso de cigarros eletrônicos até 2025, o que traz tanto oportunidades quanto desafios. A relação entre cigarros eletrônicos e cigarros tradicionais continuará a ser uma prioridade na política de saúde pública.
Enquanto algumas autoridades de saúde promovem o uso de cigarros eletrônicos como uma alternativa segura ao tabagismo, permanecem preocupações quanto aos efeitos a longo prazo do consumo de cigarros eletrônicos, especialmente entre os jovens.

De acordo com um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) deve-se salientar que os cigarros eletrônicos não são uma opção completamente isenta de riscos e os efeitos a longo prazo na saúde ainda não foram totalmente estudados.

Conclusão

O aumento acelerado de uso de cigarros eletrónicos em Portugal e a previsão de diminuição de consumo tradicional de cigarros destacam a mudança nos hábitos de consumo. Portugal pode assumir um papel de liderança com sua postura progressista em relação aos cigarros eletrônicos, no entanto, é necessário continuar regulamentação direcionada e educação para garantir o máximo benefício para a saúde pública.

Fontes oficiais e links adicionais:

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